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FFFM
Apelido "Menor" ou "Arrebol"
Federação Federação de Futebol Feminino Menor
Fundação 15/01/2007
Filiação à FEMFUTE 2007 (fundador)
Confederação COMPACTA
Estádio Nacional Boca da Amizade, 34.700 pessoas
Treinadora Lia Kiohr (2018 - ) - 6º treinadora
Mais Convocações Iene e Juliana (152 convocações)
Mais Partidas Iene (150 partidas)
Artilheira Farmville (55 gols)
Ranking da FEMFUTE 1º (12/2015)
Primeiro Jogo Vid Vida 3 - 1 País Menor - Bandeira País Menor

No Água Viva (VID), no dia 2 de Março de 2007

Primeiro Gol Jandira (Vida - contra), em Vid Vida 3 - 1 País Menor - Bandeira País Menor

No Água Viva (VID), no dia 2 de Março de 2007
Natasha, em Mali Mali 0 - 2 País Menor - Bandeira País Menor No Água Viva (VID), no dia 5 de Março de 2007

Maior Vitória País Menor - Bandeira País Menor 9 - 2 Mongaba Mongaba

No Chiba Marine (PLC), no dia 5 de Dezembro de 2018

Maior Derrota País Menor - Bandeira País Menor 0 - 4 Iwakora Iwakorá

No Estádio da Praia dos Coqueiros (PRN), no dia 11 de Fevereiro de 2016

Participações em Copas do Mundo 12
Melhor Desempenho Campeã (2012 e 2014)
Uniformes SelPam18-19TF SelPam18-19RF

HistóriaEditar

O início (Ana Kibor - 2007-2009)Editar

Em 2007, foi fundada a FFFM, responsável por gerir o futebol feminino no país. Coube a Ana Kibor garimpar talentos nos campos amadores da ilha e montar a primeira Seleção Menor Feminina, pois o país não havia sido representado na modalidade nas Olimpíadas 2006. Em Março, a Seleção participou do Mundialito de Vida, que é considerado equivalente à Copa do Mundo 2006 de Futebol Feminino. O resultado, 5º de 7 países, foi considerado satisfatório. Em Junho, veio a Copa do Mundo Feminina 2007, mas a seleção acabou eliminada na 1º Fase. Por fim, em Outubro, a seleção participou da primeira Olimpíada de sua história e só veio a ser eliminada nas Quartas.

2008 foi um ano menos movimentado para a Seleção Feminina, por conta de não haver Olimpíadas. Na Copa do Mundo, após fazer a 3º melhor campanha da 2º fase, o País Menor foi para a repescagem, por ter sido o 2º colocado de seu grupo. A partida contra IVC foi extremamente disputada, mas a derrota por 1 à 0 acabou tirando a seleção da última fase. O ano ficou marcado, mesmo, pela realização da primeira Liga Menor Feminina da história. Em 2007, já havia ocorrido uma Copa Menor Feminina, mas a Liga propriamente dita só viria em 2008, com 12 clubes, o que seria fundamental para impulsionar o selecionado nos anos vindouros.

2009 foi um grande ano para a Seleção Feminina. Na Copa do Mundo, após se classificar em um grupo dificílimo, acabou eliminada por Eskaino nas Quartas, demonstrando o crescimento da seleção em âmbito internacional. Antes disso, em Janeiro, a seleção já havia dado uma mostra da sua evolução ao se sagrar vice-campeã dos Jogos da COMPACTA, garantido vaga nas Olimpíadas 2009. Em outubro, nos Jogos Olímpicos, a maior conquista da Seleção até o momento: a Medalha de Prata, perdendo para a Estapafúrdia do Sul, na Final, após vencer os 3 jogos anteriores.

Batendo na trave (Talia Odeon - 2010-2011)Editar

O ano de 2010 começou uma grande novidade: Ana Kibor anunciou a sua saída da seleção, após três anos no comando. Para seu lugar, a FFFM contratou Talia Odeon, campeã da Liga Menor Feminina 2009 treinando o Fortaleza. E o primeiro compromisso da nova treinadora viria a ser no Escudo da Távola, a edição feminina inaugural da competição anual de seleções da COMPACTA. Após uma primeira fase invicta, o país chegou a decisão, mas acabou batido por Anime, num jogo histórico que terminou em 4 à 3. Na Copa do Mundo, o país começou mal, empatando uma e perdendo duas nos primeiros jogos. Acabaria por vencer os dois últimos da primeira fase, o que não seria o suficiente para assegurar a classificação. Em Outubro, na realização da primeira da Taça da Amizade de futebol feminino, a seleção derrotou Monolito por 2 à 1, trazendo a taça para o país.

2011 começou com mais um vice-campeonato do Escudo da Távola, dessa vez derrotada pela Escócia Austral. Mas o que aguardava o país nos próximos meses seria a sua melhor participação em uma Copa do Mundo, até então. Após uma primeira fase um tanto complicada, com uma vitória, um empate e uma derrota, o País Menor passou por Rivotrila, mas acabou batida, na prorrogação, pela fortíssima seleção de Parnapenen. Na disputa do 3º Lugar, grande atuação das consagradas Iene e Kristal, culminando numa vitória sobre Salistick. Impulsionada pela boa campanha, a Seleção venceria novamente a Taça da Amizade, em Outubro. No final do ano, como já estava previsto, chegou ao fim a trajetória bastante positiva de Talia Odeon no comando do selecionado. Assumiu Bárbara Esteves, que ganhou nada menos do que 2 ligas e 4 copas treinando o Ginásio Vilanovense. Ela ficará por um período máximo de dois anos na Seleção Menor.

A primeira Copa do Mundo (Bárbara Esteves - 2012-2013)Editar

Os primeiros meses de trabalho de Bárbara à frente do selecionado não foram fáceis. A campanha no Escudo da Távola foi bem aquém das expectativas e, com dois empates e uma derrota, a equipe acabou terminando a competição na lanterna. As derrotas para Vida e, principalmente, Colatina, nos amistosos de Março, não ajudaram nem um pouco a amenizar a situação. Mas talvez tenham sido necessárias para que a Seleção se encontrasse definitivamente. Os amistosos pré-copa foram considerados bastante positivas, assim como a fase de grupos da competição, na qual o país se classificou em segundo lugar, após bater Appiano e Salistick, e ser derrotado por Parnapenen. No mata-mata, por fim, começou a brilhar a estrela do grupo, já inteiramente sob o controle de Bárbara. Primeiro, numa vitória brilhante sobre Orion, nas quartas, fazendo 2 gols na prorrogação após um empate em 1 à 1 no tempo normal. Depois, nas semi-finais, um dos jogos mais nervosos da história do futebol feminino da CONFUSA. Mesmo com duas a menos, o país conseguiu segurar o ímpeto monalteca e venceu por 1 à 0, se classificando para a grande decisão. Enfrentar a grande rival e algoz, a Escócia Austral, sem Iene e Mari, expulsas no jogo anterior, parecia uma das doze tarefas hercúleas. Porém, com show de Amber, o País Menor aplicou um 3 à 0 histórico, derrubando pela primeira vez as adversárias austrais (no 9º confronto entre as equipes) e se sagrando campeã mundial feminina. Com moral extremamente elevada, a seleção fez grande campanha também nos amistosos do segundo semestre, onde obteve outro feito histórico: após 1 empate e 3 derrotas nos anos anteriores, bateu Parnapenen pela primeira vez. No fim do ano, o país terminou os Jogos Regionais da COMPACTA na segunda colocação, garantindo a classificação para os Jogos Olímpicos de 2013.

O ano de 2013 começou brilhante, com a conquista do Escudo da Távola Feminino, um título inédio para a seleção. A taça foi conquistada com uma vitória por 2 à 0 sobre a Polinásia Central, justamente a anfitriã da competição. O grande desempenho foi mantido no 1º semestre com o país alcançando uma marca histórica de 11 jogos de invencibilidade, até ser batido pela seleção rufiana por 3 à 1, em 28 de Maio. O jogo, infelizmente, acabaria por marcar o início de uma queda na qualidade de jogo da seleção, que teve dificuldades para avançar na fase de grupos da Copa do Mundo, classificando-se em 2º após uma surpreendente derrota para a Verstíngia. Nas quartas, o país voltou a bater a Polinásia Central (que foi uma grande freguesa no ano, perdendo 4 dos 5 confrontos que as duas seleções realizaram em 2013), chegando novamente às semi-finais. A campanha inconsistente, porém, foi derrubada pela Escócia Austral, com o placar de 1 à 0, o mesmo placar da derrota para Vida na disputa do 3º lugar. Em Novembro, a seleção voltou a ter dificuldades numa competição de grande porte, classificando-se em 2º lugar em seu grupo dos Jogos Olímpicos de Guardonla, dessa vez graças a uma vitória decisiva sobre as mesmas verstíngias. Na semi-final, a derrota para São Pedro, na prorrogação, deu fim ao sonho da medalha de ouro. Ainda assim, o país pode comemorar a medalha de bronze, que teve um sabor ainda mais doce ao ter sido conquistada sobre as grandes rivais austrais. Por fim, no jogo de despedida de Bárbara Esteves, o País Menor bateu Monolito por 4 à 1 e manteve o título da Taça Amizade pelo 4º ano consecutivo.

Mais uma Copa do Mundo e pausa forçada (Kirstii Montblan - 2014-2015)Editar

2014 teve início com Kirstii Montblan, ex-Miragem, à frente da Seleção. O Escudo da Távola foi um prenúncio do grande ano que a seleção teria pela frente, com vitórias sobre Escócia Austral, Pantécia e Polinásia Central, fechando a primeira fase com 100% de aproveitamento. No entanto, uma derrota para as rivais austrais, na decisão, evitou que o país voltasse a levantar o troféu. A preparação para a Copa seguiu apenas com vitórias e o time chegou de moral elevada à competição, que, pela primeira vez, estava sediando. Apesar de um empate com a Pantécia, na fase de grupos, se classificou em 1º, passando ainda pela tradicional São Pedro e pela sensação Brávia & Outlands para chegar à grande decisão, contra as atuais vice-campeãs mundiais, as históricas adversárias monaltecas. Um 4 à 1 não menos histórico, um verdadeiro show em um Boca da Amizade lotado, possibilitou ao país a glória de levantar o troféu de campeão mundial em casa. No 2º semestre, nova sequência de vitórias, incluindo a conquista da Taça da Amizade, após sofrida vitória nos pênaltis sobre as engasgadas monaltecas. Em resumo, 2014 tornou-se o ano mais vitorioso da história da Seleção Menor Feminina, com 2 títulos, 16 vitórias em 18 jogos (e apenas 1 derrota) e até mesmo o recorde de maior goleada, 5 à 0, alcançado 3 vezes no ano.

E se 2014 foi fantástico, 2015 começou prometendo ser um ano histórico. O País Menor voltou a vencer o Escudo da Távola, numa campanha invicta que contou com vitórias por 4 à 1 na Escócia Austral nas semi-finais e por 3 à 0 sobre a Pantécia na final. Ao longo do primeiro semestre, a seleção acumularia números históricos: 8 vitórias consecutivas, dentro de uma sequência de 22 jogos invictos, entre 22 de Fevereiro de 2014 e 11 de Junho de 2015. Essa sequência seria quebrada justamente na estréia da Copa do Mundo, mas em circunstâncias que determinariam o destino da seleção no ano. No dia 4 de Junho, 7 dias antes do seu primeiro jogo na maior competição de seleções da CONFUSA, o País Menor sofreu com uma tragédia sem precedentes na história do país, quando um avião caiu sobre o distrito do Cerrado, matando todos os passageiros. A seleção feminina chegou a cogitar desistir da Copa do Mundo e retornar ao país, por conta da tragédia, mas acabou optando por disputar a competição. Com um psicológico seriamente afetado e um ambiente nada propício à competição, as jogadoras fizeram todo o esforço possível para representar o país, mas acabaram sofrendo com derrotas para Orion e Patagônia do Sul. No último jogo da fase de grupos, uma vitória sobre Kinamasi deu ao país a vaga às Oitavas como um dos melhores 3º colocados. No mata-mata, porém, voltaria a enfrentar Orion, acumulando nova derrota e sendo eliminado da competição. Desde então, a seleção principal não mais se reuniria até 2016, ficando o segundo semestre de 2015 dedicado exclusivamente à disputa das Olimpíadas (a Taça da Amizade, inclusive, foi disputada pela seleção sub-21). E, em Feliz Esquina, Kirstii Montblan conduziria uma grande campanha, recuperando o caminho do futebol feminino no cenário internacional. Foi uma fase de grupos espetacular, com goleadas por 7 à 1 sobre a Ivanlândia e 6 à 0 sobre o Mahiri. Nas Quartas, porém, a seleção acabou sofrendo com a expulsão da zagueira Sonya Kurt e terminou eliminada de forma precoce por Brávia & Outlands. No país, a opinião unânime foi de um acidente de percurso. Muitos tinham o desejo de ver a seleção menor enfrentar a Escócia Austral, sensação da competição e eventual vencedora da medalha de ouro, com a convicção de que poderíamos sair vencedores do confronto.

Apagão e afastamento da CONFUSA (Ani Lavender - 2016-2017)Editar

O ano começou com a troca de treinadoras, seguindo o formato bienal adotado pela federação. Kirstii Montblan deu lugar a Ani Lavender, que iniciou a carreira no Colegial e se notabilizou pelo seu trabalho a frente do Minuano. O primeiro desafio da nova treinadora foi justamente a Copa do Mundo Feminina, realocada pela FEMFUTE em Janeiro, dentro de seu plano de revitalização do futebol feminino na CONFUSA.

O desempenho da Seleção na primeira fase foi excelente, com 3 vitórias em 3 jogos e a classificação como a equipe de melhor campanha, diretamente para as Quartas de Final. Com dias a mais de descanso, a espera do adversário que sairia da repescagem nas Oitavas, a Seleção era apontada como uma das principais favoritas ao título, mas não sabia o que a esperava. Ao final daquele dia 11 de Fevereiro, marcado por um apagão das Menores em campo, a Seleção não só estaria eliminada da competição, como também contabilizaria a pior derrota de sua história: 4 à 0. Um gol no último lance da primeira etapa, ampliando para 2 à 0, no momento em que a Seleção Menor pressionava pelo empate, e o terceiro gol sofrido logo aos 5 minutos da segunda etapa foram cruciais para tirar as Menores psicologicamente da partida.

Em Maio, a equipe fez mais 2 amistosos, novamente com vitórias. A não realização da Taça da Amizade pela primeira vez desde 2007 fez brotarem boatos sobre um afastamento do país das competições da CONFUSA, o que acabou se confirmando no fim do ano. A última participação do selecionado foi no Mundial Sub-20 Feminino, onde acabou eliminado nas semi-finais, após grande jogo contra as rivais monaltecas. Até os 38 minutos do 2º tempo, o jogo estava 1 à 1. Com uma jogadora a mais desde o início daquela etapa, o País Menor pressionava pela vitória, mas acabaria surpreendido em contra-ataques, com o jogo fechando em 3 à 1.

Em seu pronunciamento oficial, a Federação de Futebol Menor alegou questões internas e de re-organização do futebol nacional para justificar o afastamento da CONFUSA durante a temporada de 2017. Em Dezembro, foi anunciado que o COPACCHAI, grupo de nações do qual faz parte o País Menor, criaria um calendário de competições esportivas.

A trajetória do País Menor no futebol do COPACCHAI começou com a Copa das Nações Sub-20 Feminina, que terminou com o título invicto, apesar da final ter sido vencida na prorrogação. O trabalho seguiu durante o primeiro semestre com a qualificatória para a Copa das Nações, onde Ani Lavender fez experiências e acabou por tropeçar algumas vezes, em derrota para Visea e empates contra Rhys e Islas Marbel, o que, no entanto, não atrapalhou a classificação do país para a competição. No evento, uma primeira fase muito forte, com direito a duas goleadas, fez o País Menor chegar às semi-finais com status de franco favorito. Seguiram-se triunfos tranquilos sobre Visea e Barra dos Encoates e mais um troféu foi levantado.

Em Novembro, no regresso às competições da CONFUSA, a Seleção Sub-21 alinhou para a disputa dos Jogos Olímpicos de Drazhia. Sem poder contar com aquela que seria talvez o principal destaque da equipe, a meia Natasha Kovalchuk, recém-campeã Menor pelo Barra, lesionada, o país estreou em um duelo épico contra Medved. A partida estava 2 à 0 para as adversárias a 15 minutos do fim, mas as Menores conseguiram virar com gols aos 37, 43 e 45. A história não estava concluída, contudo, pois Medved conseguiu achar o empate nos acréscimos. Após vitória por 4 à 2 sobre Iwakorá, virando um 2 à 0, e empate contra Drazhia, o país avançou às Quartas, onde bateu a Polinásia Central pelo placar simples com um gol aos 40 do 2º tempo. A essa altura, a campanha sofrida ganhara um novo componente com a lesão da volante Alania, outro destaque da equipe.

Na semi-final, a vitória frente a Brávia & Outlands acabou sendo menos sufocante do que os triunfos anteriores, mas ficou para os registros por mais uma lesão, dessa vez a da lateral direita Maya Beck. Na final as adversárias seriam as donas da casa, com quem o País Menor empatara na primeira fase. As Menores com o desfalque de 3 titulares, as drazhis tendo precisado passar por prorrogações nos seus dois jogos de mata-mata. E viria mais uma, após um jogo sem gols. Mas a sorte acabou por sorrir para as Menores nesta lida, graças a um gol da reserva Júlia Ferraz Izidro, aos 3 minutos da segunda etapa complementar. Não existe mais o "Gol de Ouro", mas pode se dizer que esse gol verdadeiramente valeu Ouro. Era o único título que ainda faltava no palmarés da Seleção Menor Feminina, coroando uma geração absolutamente brilhante, a melhor desde a primeira geração profissional, e também um ano onde o selecionado venceu todas as competições que disputou.

Retorno à CONFUSA (Lia Kiohr - 2018-?)Editar

Regressando às competições da CONFUSA em definitivo, a Seleção Menor Feminina passou a estar sob o comando de Lia Kiohr, campeã nacional com o Barra. Após uma jornada tranquila para o título invicto da COPACCHAI U-20 Women's Nations Cup, Lia teve seu primeiro desafio com a seleção adulta no Escudo da Távola. O início foi complicado, com um empate com Iwakorá e uma derrota para Polinásia deixando a seleção necessitada de uma grande vitória na 3º rodada para seguir adiante.

o 6 a 0 sobre Yomotsu foi suficiente, colocando as Menores frente a frente com Rapa Uro nas semi-finais. Um gol de Carol Ária, fechando um placar simples, garantiu a passagem à decisão, um novo duelo com a Polinásia Central. Nadja marcou aos 4, não houve mais mudanças no placar e, apesar da jornada tortuosa, a Seleção Menor Feminina acabou por levantar o título do Escudo. Como a competição não havia ocorrido nos últimos 2 anos, tratou-se de um bi-campeonato, já que também havia conquistado a última edição, em 2015.

Durante o restante do primeiro semestre, o time teve uma campanha consistente na COPACCHAI Women's Nations Cup, em que venceu todos os jogos, com exceção de um empate sem gols contra Jaisha. O caneco foi levantado após uma vitória por 3 a 1 sobre as Islas Marbel. Em preparação para a Copa do Mundo Feminina, a seleção fez mais 2 amistosos no segundo semestre, perdendo para a Estapafúrdia e vencendo o Yunjian.

Com o anúncio de que o Mundial Sub-20 e a Copa do Mundo ocorreriam em simultâneio, Lia Kiohr, que é responsável por ambas, foi obrigada a delegar o comando da seleção de base à sua equipe de assistentes. O trabalho foi bom, culminando num 3º lugar, conquistado em cima de Rapa Uro. A eliminação veio em nova derrota para a Estapafúrdia.

Já a Copa adulta foi peculiar. Logo na estréia, a seleção aplicou 9 a 2 sobre a Mongaba, a maior goleada de sua história. No entanto, perdeu na 2º rodada para Yamato. À derrota seguiram-se duas vitórias por 4 a 0, sobre Shtëpi, na 3º rodada, e Novo Mundo, nas Oitavas. O time chegava às Quartas para enfrentar a Polinásia Central, tendo marcado 18 gols nas últimas 4 partidas, mas ainda assim sem transmitir a confiança de estar pronta para bater de frente com as principais seleções da CONFUSA, um sentimento que vem carregado desde o Escudo, apesar do título.

No final, a derrota por 2 a 0 confirmou que o trabalho na Seleção Menor ainda não havia atingido o ponto desejado. As Menores tiveram uma jogadora a mais durante todo o segundo tempo e chegaram a perder um pênalti, com Kristal. O jogo deixou um sentimento de frustração muito grande, alimentando o desejo por uma evolução do desempenho para 2019.

TreinadorasEditar

No País Menor, a treinadora da Seleção Principal acumula também o cargo de treinadora da Seleção Sub-21.

  • Ana Kibor (2007-2009)
   
Retrospecto - Seleção Principal
J V E D GF GS SG Apr.
26 10 2 14 35 40 -5 41%
  • Talia Odeon (2010-2011)
   
Retrospecto - Seleção Principal
J V E D GF GS SG Apr.
28 12 7 9 51 47 4 51,2%
  • Bárbara Esteves (2012-2013)
   
Retrospecto - Seleção Principal
J V E D GF GS SG Apr.
34 21 4 9 61 31 30 65,7%
  • Kirstii Montblan (2014-2015)
   
Retrospecto - Seleção Principal
J V E D GF GS SG Apr.
31 23 4 4 79 31 48 78,5%
  • Ani Lavender (2016-2017)
   
Retrospecto - Seleção Principal
J V E D GF GS SG Apr.
17 13 2 2 42 13 29 80,4%
  • Lia Kiohr (2018-?)
   
Retrospecto - Seleção Principal
J V E D GF GS SG Apr.
18 12 2 4 53 17 36 70,4%

Seleção Principal - HistóricoEditar

  • Última Atualização: 2018
Desempenho na Copa do Mundo
2006* 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018
1F 2FR Q G O Q NP Q

* - Equivalente ao Mundialito de Vida (Março/2007), disputado em fase única.
NP - Não participou, 1F - 1º Fase, 2FR - Repescagem da 2º Fase, G - Fase de Grupos, O - Oitavas, Q - Quartas

Desempenho no
Escudo da Távola
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018
ND ND

ND - Não Disputado, NP - Não Participou, G - Fase de Grupos, O - Oitavas, Q - Quartas

Desempenho na Taça da Amizade
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
* -

* - Disputada pela equipe sub-21

Desempenho nos
Jogos Olímpicos do COISO*
2006 2007
N/P Q

* - Passou a ser sub-21 em 2009
N/P - Não Participou, Q - Quartas

Desempenho nos
Jogos Regionais da COMPACTA*
2009

* - Passou a ser sub-21 em 2010

COPACCHAIEditar

COPACCHAI Nations Cup
2017 2018



Seleção Principal - EstatísticasEditar

  • Última Atualização: 2018
Seleção Principal
J V E D GF GS SG
154 91 21 42 321 178 143



Retrospecto contra adversários (CONFUSA)
País J V E D GF GS
Anime Anime 4 1 1 2 6 6
AmericanRosh American Rosh 4 2 2 0 9 7
Bandeira Anonima Anonima 2 2 0 0 5 2
Appiano Appiano 1 1 0 0 2 1
Arton Arton 2 2 0 0 8 0
Arthurslaande Arthurslândia 1 0 1 0 1 1
Brávia & Outlands Brávia & Outlands 2 2 0 0 4 2
Bandeira brq Brunoquistão 1 1 0 0 1 0
Colatina Colatina 1 0 0 1 0 1
Crush nova bandeira Crush 1 1 0 0 3 1
Bandeira Dalkândia N Dalklândia 1 1 0 0 3 0
Drazhia Drazhia 2 1 1 0 3 1
Ekkaia Ekkaia Republicana 1 1 0 0 4 2
ESAflag Escócia Austral 14 4 5 5 16 15
Eskaino Eskaino 5 0 0 5 7 15
Estapafurdiadosul Estapafúrdia 1 0 0 2 2 6
Ferlandia Ferlândia 1 1 0 0 2 0
Hienamaior Hiena Maior 1 1 0 0 4 0
Bandeira Apwent Ilhas Apwanat 1 1 0 0 1 0
Vendadacruz IVC 2 1 0 1 2 2
Iwakora Iwakorá 2 0 1 1 1 5
Kekaisaran Pusat Kekaisaran Pusat 1 1 0 0 4 0
Kinamasibandeira Kinamasi 2 2 0 0 7 2
Mali Mali 1 1 0 0 2 0
Mongaba Mongaba 3 3 0 0 13 4
Bandeiramonolito Monolito 8 6 1 1 18 8
NMU Novo Mundo 1 1 0 0 4 0
Orion bandeira Orion 5 2 0 3 8 11
Flag Outside a Place Outside a Place 1 1 0 0 2 0
Bandeyra Pantécia 6 4 2 0 12 4
Parnapenen2 Parnapenen 6 2 1 3 8 7
Patagônia do Sul Patagônia do Sul 2 1 0 1 6 2
Bandeira Polinásia Polinásia Central 12 7 1 4 20 14
Ivanlandia Rapa Uro 2 2 0 0 5 0
Rivotrila-flag Rivotrila 1 1 0 0 2 1
1836033700 RUF 2 0 0 2 2 7
Bandeira spedro São Pedro 4 3 0 1 5 4
Bandeira de Salistick Salistick 4 4 0 0 7 0
San Theodoros San Theodoros 1 1 0 0 2 0
Shtëpi Shtëpi 1 1 0 0 4 0
Skavurska Skavurska 2 2 0 0 5 1
Sud Sudetos 1 1 0 0 3 1
Tarmakhstanflag Tarmaquestão 1 1 0 0 5 0
Verstíngia Verstíngia 2 0 1 1 2 4
Vid Vida 8 0 1 7 11 22
Yamato Yamato 2 1 0 1 4 3
Yomotsu Yomotsu 1 1 0 0 6 0
Retrospecto contra adversários (COPACCHAI)
País J V E D GF GS
Barra do Encoates Barra do Encoates 2 2 0 0 7 3
Dharmendra-Kerube Dharmendra-Kerube 1 1 0 0 6 1
Islas Marbel Islas Marbel 5 4 1 0 17 1
Khanate of Jaisha Jaisha 1 0 1 0 0 0
Bandeira Mahiri Mahiri 4 4 0 0 12 1
Rhys Rhys 2 1 1 0 2 0
Visea Visea 4 3 0 1 11 5
Bandeira Yunjian Yunjian 4 4 0 0 15 6


Jogadoras com Mais Convocações
POSJogadorasConv.
1. Iene152
Juliana
3. Kristal149
4. Maíra147
5. Natalie Fang144
6. Farmville139
Mari
8. Amber131
9. Isabelle D.129
10. Carol Ária116
Jogadoras com Mais Partidas
POSJogadorasPartidas
1. Iene150
2. Kristal143
3. Natalie Fang140
4. Isabelle D.123
5. Farmville122
6. Amber116
7. Mari102
8. Carol Ária98
9. Nadja87
10. Maíra74
Jogadoras com Mais Gols Marcados
POSJogadorasGols
1. Farmville55
2. Mari54
3. Kristal45
4. Amber26
5. Kitaoji21
6. Natalie Fang15
7. Alissa13
8. Iene11
8. Aya9
Tatiana Esther

Seleção Sub-21 - HistóricoEditar

  • Última Atualização: 2018
Desempenho no Mundial Sub-20 Feminino
2014 2016 2018

G - Fase de Grupos, O - Oitavas, Q - Quartas, S - Semi-Final

Desempenho nos Jogos Olímpicos do COISO
2009 2011 2013 2015 2017
Q Q

G - Fase de Grupos, O - Oitavas, Q - Quartas

Desempenho nos Jogos
Regionais da COMPACTA
2010 2012

G - Fase de Grupos, O - Oitavas, Q - Quartas

Desempenho na Taça da Amizade
2015



COPACCHAIEditar

Desempenho no U-20
COPACCHAI Nations Cup
2017 2018

G - Fase de Grupos, O - Oitavas, Q - Quartas

Seleção Sub-21 - EstatísticasEditar

  • Última Atualização: 2018
Seleção Sub-21
J V E D GF GS SG
52 34 8 10 126 62 64


Jogadoras com Mais Convocações
POSJogadorasConv.
1. Brandy25
Maya Beck
Nicole Horacek
Tatiane
5. Ayla24
Jogadoras com Mais Partidas
POSJogadorasPartidas
1. Nicole Horacek25
2. Brandy24
3. Eri Price20
Maya Beck
5. Ayla19
Jogadoras com Mais Gols Marcados
POSJogadorasGols
1. Brandy13
2. Kitaoji9
3. Agatha8
Akki Öz
Johanna Zamehadji
Tarja Rhine

Galeria de UniformesEditar